Querido Dijsselbloem, exemplo supremo de trabalho, já que és
trabalhista, para não te chamar um nome mais feio, que és tão de esquerda como uma parte íntima do corpo da tua tia, esta terça-feira à
noite, talvez causa de tanto pólen e amor no ar neste belo país do sul,
estoirei, em Cedofeita (infelizmente, não pude ir a Amesterdão), cinco
euros (os que me restavam dos meus biscates) em minis, pois, triste
fado, não tenho mulheres. Sorte a minha. Azar o teu. Viva a amizade europeia!

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