Na viragem do século XX para o século XXI, a juventude
passou do “odeio-me e quero morrer” cobainiano para o “adoro-me e quero viver para sempre” de qualquer guru ginasticado que anda por aí de rabo para o ar a mandar bitaites sobre nutrição e auto-estima. Jovens,
temos de encontrar um equilíbrio. E, a propósito, acho que estou a ficar um velho
chato para vir cá botar conselhos aos novos do milénio.
Na imagem: Esperando o sucesso, 1882, pintura de Henrique Pousão.

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