Ouvi uma vez uma avó dizer ao neto numa telenovela: os
amores são como os autocarros, perde-se um, passará outro para apanhar. No
Porto, por acaso, para que saiba quem anda de popó, os autocarros da STCP andam
atrasadíssimos. Mas acabam por chegar, mais cedo ou mais tarde. Espero que a
privatização anunciada não os atrase ainda mais. E rezo, enquanto estou à espera do próximo 803, para que não se privatize o amor neste
país.
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