Em Portugal, já quase há mais turistas (emigrantes
portugueses e estrangeiros – nórdicos, espanhóis, franceses, brasileiros, japoneses) do que
portugueses (indígenas) que imagina-se que um dia suceda o seguinte: o turista, não tendo
quem o sirva, sem escravos de 500 euros, serve-se a ele mesmo como se estivesse em sua casa, no seu jardim à beira mar plantado, com
talvez a ajuda do senhor secretário de estado do turismo e dos seus chefes de
gabinete, escravos de 5000 euros, se, por qualquer fado da vida, estes ilustríssimos membros do governo
do reino não tiverem que partir em busca de oportunidades de empreendedorismo (tenho mesmo de sujar o blogue com esta palavra) pessoal.
Sem comentários:
Enviar um comentário