quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O turismo é o desfado dos portugueses propriamente ditos


Em Portugal, já quase há mais turistas (emigrantes portugueses e estrangeiros – nórdicos, espanhóis, franceses, brasileiros, japoneses) do que portugueses (indígenas) que imagina-se que um dia suceda o seguinte: o turista, não tendo quem o sirva, sem escravos de 500 euros, serve-se a ele mesmo como se estivesse em sua casa, no seu jardim à beira mar plantado, com talvez a ajuda do senhor secretário de estado do turismo e dos seus chefes de gabinete, escravos de 5000 euros, se, por qualquer fado da vida, estes ilustríssimos membros do governo do reino não tiverem que partir em busca de oportunidades de empreendedorismo (tenho mesmo de sujar o blogue com esta palavra) pessoal. 

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